sábado, 16 de maio de 2009

anedota

Afinal - e para grande e indisfarçável desgosto dos sectores da esquerda que obsessivamente ansiavam pela aproximação aos sectores mais "à esquerda" do PS - Manuel Alegre não sai do PS nem vai formar um novo partido.

Assume que há divergências e não vai integrar as listas para a AR (a reforma por inteiro como deputado já tem), mas fica-se pelo mero verbalismo crítico, pela crítica sem consequência. Alegre não passa dum ligeiro sorriso eleitoral no canto da boca de José Sócrates. Alegre é inofensivo. A sua atitude até cheira a medo de um mau resultado eleitoral!

Para uma determinada geração de jovens de esquerda é uma decepção. Para as gerações mais antigas, que conhecem Alegre há muito tempo, não é nenhuma surpresa.

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