quarta-feira, 20 de maio de 2009

no pelotão da frente

Portugal entre os maiores exportadores do vírus


Ora finalmente um sector em que as nossas exportações dominam! Perante esta realidade e perante a evolução da epidemia no nosso próprio país, como é que é possível estar contra (ou hesitar, ou ter dúvidas) sobre a distribuição de preservativos nas escolas?

Estes números deveriam fazer empalidecer de vergonha as forças e partidos retrógados atrasaram durante décadas a introdução da educação sexual nas escolas e a distribuição de preservativos gratuitos. Daqui a muitos anos a Igreja Católica e estes movimentos ainda terão de fazer uma dolorosa reflexão sobre o seu papel no combate à difusão desta epidemia.

O atraso nas ideias de uns trouxe-nos o avanço na doença de muitos.

2 comentários:

Ricardo João Perna disse...

Lá voltamos nós à conversa de que é com paliativos que se resolvem os problemas. A questão do preservativo e da Igreja vem à baila em qualquer assunto, né? :)
Não seria preferível que fossem os pais a dar educação sexual às crianças? Ou é a escola que ensina coisas como responsabildiade, fidelidade, amor, respeito pelo outro. Ou isto não interessa para nada? O que queremos é preservaticos de borla nas escolas, o resto não interessa...

E chama a isto ideias avançadas? Meu caro, lamento, mas isso são ideias passadas...

Tiago R. disse...

lamento, mas terá de ser mesmo a escola a ensinar a responsabilidade sexual às crianças, já que os próprios números demonstram à saciedade a incapacidade da família para o fazer.