sexta-feira, 29 de maio de 2009

Paz


Pese embora, por vezes, a política a mais, nas operações internacionais, o corpo de capacetes azuis, civis, policiais e militares, ainda representa a única esperança para muitas vítimas de conflitos em todos os continentes.

Desenvolvem não só programas de monitorização de cessar-fogos, actos eleitorais, operações de acantonamento e desarmamento, como também programas de desenvolvimento local, ajuda humanitária, formação, criação de infraestruturas, etc.

No ano de 2008, 132 homens e mulheres deram a sua vida
por este objectivo. Não temos o direito de os esquecer.

A arrogância das superpotências tem demasiadas vezes, ignorado, obliterado ou posto de parte a ONU, optando, como por exemplo no Iraque ou no Afeganistão, pela intervenção unilateral. Deixam, assim, por resolver problemas como a Somália, o Darfur, ou mesmo o esquecido Sahara Ocidental.

Mas, como a experiência destes últimos 50 anos prova à saciedade, só no âmbito de uma instância internacional como a ONU, através do diálogo e no respeito pelas regras do direito internacional é que é possível construir a paz entre as nações do mundo. Um obrigado aos homens e mulheres que andam por aí a construí-la.

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