sexta-feira, 30 de outubro de 2009

igualdade


Não basta falar sobre a igualdade. É preciso agir para a pôr em prática. Veremos agora o valor das promessas eleitorais do PS.

8 comentários:

geocrusoe disse...

Nada tenho contra o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Devido às minhas ligações ao Canada, conheço alguns casais assim em Toronto e tenho um são convívio com eles.
Tenho algumas dúvidas e alguns entre eles também já me demonstraram várias incertezas ao nível da adopção.
Não tanto pelo agregado em si, mais pelo modo como a sociedade reage, inclusive o comportamento de crianças colegas em escolas que transportam para o estabelecimento muitos dos preconceitos ouvidos em casa.
Por isso, há quem defenda um faseamento entre o casamento e a adopção nestes caso, para a sociedade estar mais preparada e as crianças adoptadas não ficarem expostas a um problema ainda não profundamente estudado.

Anónimo disse...

Cada um faz o que entende, desde que não prejudique terceiros.

Concordo que se casem. Eles uns com os outros e elas umas com as outras.

Agora adoptar suscita-e sérias reservas.

DR.PARDAL disse...

Fico muito admirado por este blogue militantemente comunista defenda essa aberração sustentada por uma pequena-burguesia fracturante.

Quando o país está a braços com miséria, exploração e desemprego, muito me admira que os acólitos do camarada operário Jerónimo (o único líder partidário em funções que está casado pela Santa Madre Igreja Católica e que nunca se divorciou) vão a reboque do dominical inginheiro e atrás de todas aquelas fúfias, para distrairem os portugueses dos problemas reais do país.

Antigamente não havia esses comportamentos desviantes.

Havia a honra e a moral operária.

Havia consciência de classe.

Hoje, isto anda tudo ao contrário.

Lindo futuro reserva a Humanidade para si própria!

Anónimo disse...

E as machas do 8º piso?
Podem-se casar 3 umas com as outras?

Tiago R. disse...

Ui! Tanta raiva dos pardais e anónimos!
Será que alguém está intranquilo com a sua orientação?

DR.PARDAL disse...

Sr.Tiago R.:

Essa sua "veia fracturante" está muito deslocada da ideologia oficial que comunga.

Uma coisa é tratar os homens e as mulheres que têm uma "orientação" que foge à norma, com a mesma dignidade, os mesmos direitos e deveres cívicos que os restantes cidadãos.

Outra coisa é atribuir um instituto civilizacional/jurídico que é pertença da maioria dos cidadãos.

Para problemas diferentes, soluções diferentes.

No tempo dos regimes de "democracia popular" no Leste europeu, o casamento foi sempre uma instituição relevante para a sociedade, pois sabiam que a família é a célula nuclear e estruturante de toda a sociedade.

Nunca permitiriam que homens se casassem com homens e mulheres com mulheres.

Não faz qualquer sentido.

Que tenham protecção juridica, fiscal e social aqueles que livremente querem juntar-se, nada tenho contra.

Sou contra é que essa protecção lhe seja dada o nome de casamento, pois constituiria uma ofensa à esmagadora maioria da sociedade, incluindo os nossos pais e as nossas famílias.

Escusa o Sr.Tiago vir com piadolas rascas que não colhe.

Tiago R. disse...

Caro Dr. Pardal:

Perdoe a demora na minha resposta, devido a estar de férias.
Quero dizer-lhe que não se trata de nenhuma veia "fracturante", nem está longe da "ideologia oficial" do partido em que milito.
Como também não se trata de, com esta medida, resolver todos ou os principais problemas do mundo.
Trata-se apenas de um simples passo de justiça que podemos (e devemos) com facilidade dar.

Tem todo o direito a não concordar com o casamento entre pessoas do mesmo sexo. O único conselho que lhe posso dar é: não se case com ninguém do seu sexo, mas não interfira nas opções livres das outras pessoas.

Anónimo disse...

As machas do 8º piso, desde que seja de livre vontade, por mim, podem casar-se as três.