segunda-feira, 19 de outubro de 2009

liberdade de razão

Da mesma forma que defendemos a liberdade de crença, devemos defender a liberdade de se ser racional.

A verdade é que a Bíblia continua a ser um documento quase desconhecido na sua maior parte para a maioria dos que se dizem cristãos.

Lê-la, conhecê-la é importante para que se percebam as atrocidades que se têm cometido e que se continuam a cometer em nome duma ideia que aliena e afasta o homem da bondadade e da razão que lhe é inata.

Saramago, como outros, fê-lo. E o simples facto de ser uma pessoa racional não lhe permite ficar calado, nem poupar nas palavras. Poucos, infelizmente, têm a mesma coragem.

4 comentários:

Anónimo disse...

Saramago, ao desrespeitar o livro sagrado, demonstrou estar senil.

Tiago R. disse...

E você, ao achar que o livro não pode ser questionado, demonstra ser dogmático e irracional.
Por acaso já leu o livro?

lr disse...

Também concordo que José Saramago está senil.
Entre acreditar em figuras de ficção e políticos a resposta una.
Vencem as figuras de ficção.

Tiago R. disse...

A irracionalidade é livre.