quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

chorar sobre a incompetência derramada (actualizado)


O novo Executivo da Câmara Municipal da Horta "esqueceu-se" que o valor da derrama para 2010 tinha de ser ratificado pela Assembleia Municipal e não o apresentou atempadamente. Consequência: arrisca-se a perder a receita em causa, especialmente se houver contribuintes que recorram judicialmente do pagamento.

As maiorias absolutas nunca primaram nem pela inteligência nem pela eficácia. Uma realidade que os faialenses andam duramente a (re)aprender.

Actualização: A derrama, até por via de todas as dúvidas legais que levantava, acabou mesmo por ser chumbada pela Assembleia Municipal. O ónus político deste resultado e das suas consequências vai direitinho e na íntegra para o Executivo socialista que gere a autarquia. Era esta a "confiança no futuro" que apregoava o PS Faial?

6 comentários:

A ilha dentro de mim disse...

Belíssimo título para um não menos belíssimo texto!

Tiago R. disse...

Obrigado.
Vindo de quem vem, o elogio tem para mim significado.

Anónimo disse...

Correcção: A Camara da Horta enviou toda a documentação atempadamente a Assembleia Municipal, permitindo a aprovação dentro do prazo, caso fosse essa a sua vontada. O que não ser verificou. Nem a vontade de reunir dentro do prazo nem a vontade de aprovar.

Anónimo disse...

Recomenda-se informação para opinação:
http://ww1.rtp.pt/acores/index.php?article=12931&visual=3&layout=10&tm=10

Anónimo disse...

O sr. anónimo está desinformado e não está a falar com gente que não sabe o que se passou, bem pelo contrário.
Aproveite e pergunte ao seu colega da mesa da AM se assim foi pois ele esteve presente em todas as reuniões.
INCOMPETÊNCIA da maioria camarária sr. anónimo, esquecimento e arrogância.
Todos nós sofremos com isso, infelizmente.
Não venha difamar a AM. Tenha vergonha.

Anónimo disse...

Esse SR Anónimo Socialista só consegue ver as coisas de olhos e punho fechados. Qual prazo? Todos tinham acertado reunião para a data que foi e ouvi na rádio o vice-presidente dizer que tinham a certeza que podiam aprovar em Janeiro (daí terem pretendido Janeiro)
O pior cego não é o que não quer ver; é o que quer fazer os outros de cegos.