Leio no Editorial do Público de Domingo um conjunto de ideias que, ainda há bem pouco tempo eram consideradas radicais, utópicas, extremistas, irresponsáveis.Sobre os milhões em fundos europeus recebidos por Portugal, diz-se: "esse financiamento não passa de um mero negócio, com juros altos, comissões escandalosas e a imposição de contrapartidas impensáveis a um membro de uma mesma construção política. Com o fim da Europa da coesão e da subsidiariedade e o advento de uma união de interesses dominada pela Alemanha, podemos ter a certeza de que o país terá de pagar por si e de forma brutal a factura de anos e anos de negligência, incompetência e dolo na gestão do bem comum."
Estranhos tempos estes em que o radicalismo se tornou mainstream... Ou será o contrário?
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