Aníbal Pires, do PCP, disse hoje à noite, no Parlamento, que o CDS não está ao serviço dos açorianos, mas sim para a "bola de Berlim". Junte-se o creme de ovo ao óbvio e não podia ter mais razão!
8 comentários:
Anónimo
disse...
Ouvir os comunistas falar do orcamento e' deprimente. Um exercicio de demagogia ou de demonstracao de ignorancia.
Expliquem entao qual seria a alternativa a austeridade? Andam a mentir aos portugueses qd lhes prometem outro caminho ainda por explicar. Tb mentem qd nao assumem o vosso papel na actual divida portuguesa. Nao me lembro do PCP ser contra nenhum aumento de gastos do estado, mesmo perante a falencia da republica.
Portugal consome 10% a mais do que produz... esses 10% precisam de ser financiados pois la fora ninguem trabalha para aquecer. Querem ser obviamente pagos. A solucao do pcp seria nao pagar?
Muito deprimente... nao ha oposicao de qualidade, isso destroi a nossa democracia.
A solução do PCP foi, desde que se começou a falar da crise da dívida, a renegociação, de forma a que a taxa de esforço que o país tem de pagar não nos conduzisse, pelo caminho mais curto, a uma bancarrota completa, como é o caso actual.
A solução do PCP foi e é o não nacionalizar os prejuízos do BPN, não isentar as empresas do off-shore da Madeira (que não deixam cá um cêntimo), a solução do PCP por, no âmbito da Europa, contribuir para uma iniciativa diplomática dos países afectados pelo aumento dos juros para alterar os regulamentos do BCE.
O BPN nao provocou a crise, falar disso eh absurdo embora eu deva dizer que concordo com o PCP nisso.
Renogociar a divida ia provocar uma crise muito maior do que a actual, uam depressao historica. Iria ser uma austeridade ao cubo pois de um dia para o outro os 10% de PIB que todos os anos pedimos aos estrangeiro iriam para de vir.
Nao irias ter dinheiro para pagar aos FPs e aos pensionistas, as empresas publicas iam a falencia,o sector privado desaparecia esmagado em bancarrotas.
Renegociar a divida so sera possivel DEPOIS de equilibrar o defice pois so ai teremos a faca e o queijo na mao e estaremos em condicoes de negociar, neste momento nao temos poder nenhum devido a crise que isso iria acarretar. Para renegociar a divida temos de ter medidas de austeridade, as tais que sao criticadas pelo PCP.
Estou agora a ouvir o Bernardino Dias num debate da SIC noticias, ele enrola-se todo com as suas medidas impossiveis.
Renegociar a divida com um defice eh impossivel sem criar uma crise BRUTAL pois ninguem te vai emprestar mais dinheiro a seguir pois nao querem perder mais.
Ou seja, no dia seguinte nao ias ter dinheiro para pagar aos pensionistas nem aos FPs nem aos fornecedores.
O PCP anda a enganar o povo pois nao acredito que a direccao do PCP nao saiba as consequencias das medidas que propoe.
A renegociação ia provocar uma crise brutal porquê? Conseguem explicar-me? Por causa do nervosismo psicológico dos mercados? Só há dois caminhos: ou paramos de ceder à chantagem ou vai ser justamente o serviço da dívida que vai rebentar com o défice e destruir a economia!
Vou repetir: ninguem te te emprestaria mais dinheiro a seguir (como eh obvio, pois nao quereriam perder mais ainda) e ias ficar com um buraco orcamental no estado de 30% !!
Nao se trata de ceder ou nao a chantagens, e' assim que seria de certeza absoluta pois renegociar a divida eh um eufemismo para INCUMPRIMENTO...
A unica alternativa seria invadir os outros paises e obriga-los a trabalhar para nos de graca como fizeram os sovieticos a seguir a segunda guerra mundial.
Acho mesmo de vistas curtas pensar que só o FMI é que nos emprestaria dinheiro para recapitalizar a economia. Renegociar a dívida é que de certeza vamos ter de fazer daqui a pouco tempo quando a recessão se encarregar de baixar as receitas do estado para um ponto em que já não se consegue cumprir o serviço da dívida. A diferença é que agora ainda não estamos completamente arruinados.
Sera possivel renegociar a divida em condicoes muito mais vantajosas para nos se nao tivermos entre a espada e a parede. Para tal nao podemos ter um defice tao grande.
Um defice grande tira-nos toda a margem de manobra em qualquer negociacao.
8 comentários:
Ouvir os comunistas falar do orcamento e' deprimente. Um exercicio de demagogia ou de demonstracao de ignorancia.
Expliquem entao qual seria a alternativa a austeridade? Andam a mentir aos portugueses qd lhes prometem outro caminho ainda por explicar. Tb mentem qd nao assumem o vosso papel na actual divida portuguesa. Nao me lembro do PCP ser contra nenhum aumento de gastos do estado, mesmo perante a falencia da republica.
Portugal consome 10% a mais do que produz... esses 10% precisam de ser financiados pois la fora ninguem trabalha para aquecer. Querem ser obviamente pagos. A solucao do pcp seria nao pagar?
Muito deprimente... nao ha oposicao de qualidade, isso destroi a nossa democracia.
Anime-se, meu caro, as soluções existem!
A solução do PCP foi, desde que se começou a falar da crise da dívida, a renegociação, de forma a que a taxa de esforço que o país tem de pagar não nos conduzisse, pelo caminho mais curto, a uma bancarrota completa, como é o caso actual.
A solução do PCP foi e é o não nacionalizar os prejuízos do BPN, não isentar as empresas do off-shore da Madeira (que não deixam cá um cêntimo), a solução do PCP por, no âmbito da Europa, contribuir para uma iniciativa diplomática dos países afectados pelo aumento dos juros para alterar os regulamentos do BCE.
E muito mais que pode encontrar em www.pcp.pt
O BPN nao provocou a crise, falar disso eh absurdo embora eu deva dizer que concordo com o PCP nisso.
Renogociar a divida ia provocar uma crise muito maior do que a actual, uam depressao historica. Iria ser uma austeridade ao cubo pois de um dia para o outro os 10% de PIB que todos os anos pedimos aos estrangeiro iriam para de vir.
Nao irias ter dinheiro para pagar aos FPs e aos pensionistas, as empresas publicas iam a falencia,o sector privado desaparecia esmagado em bancarrotas.
Renegociar a divida so sera possivel DEPOIS de equilibrar o defice pois so ai teremos a faca e o queijo na mao e estaremos em condicoes de negociar, neste momento nao temos poder nenhum devido a crise que isso iria acarretar. Para renegociar a divida temos de ter medidas de austeridade, as tais que sao criticadas pelo PCP.
Estou agora a ouvir o Bernardino Dias num debate da SIC noticias, ele enrola-se todo com as suas medidas impossiveis.
Renegociar a divida com um defice eh impossivel sem criar uma crise BRUTAL pois ninguem te vai emprestar mais dinheiro a seguir pois nao querem perder mais.
Ou seja, no dia seguinte nao ias ter dinheiro para pagar aos pensionistas nem aos FPs nem aos fornecedores.
O PCP anda a enganar o povo pois nao acredito que a direccao do PCP nao saiba as consequencias das medidas que propoe.
Caros anónimos:
A renegociação ia provocar uma crise brutal porquê?
Conseguem explicar-me?
Por causa do nervosismo psicológico dos mercados?
Só há dois caminhos: ou paramos de ceder à chantagem ou vai ser justamente o serviço da dívida que vai rebentar com o défice e destruir a economia!
Ja EXPLIQUEI.
Vou repetir: ninguem te te emprestaria mais dinheiro a seguir (como eh obvio, pois nao quereriam perder mais ainda) e ias ficar com um buraco orcamental no estado de 30% !!
Nao se trata de ceder ou nao a chantagens, e' assim que seria de certeza absoluta pois renegociar a divida eh um eufemismo para INCUMPRIMENTO...
A unica alternativa seria invadir os outros paises e obriga-los a trabalhar para nos de graca como fizeram os sovieticos a seguir a segunda guerra mundial.
Tenha calma, não se enerve.
Acho mesmo de vistas curtas pensar que só o FMI é que nos emprestaria dinheiro para recapitalizar a economia.
Renegociar a dívida é que de certeza vamos ter de fazer daqui a pouco tempo quando a recessão se encarregar de baixar as receitas do estado para um ponto em que já não se consegue cumprir o serviço da dívida.
A diferença é que agora ainda não estamos completamente arruinados.
Sera possivel renegociar a divida em condicoes muito mais vantajosas para nos se nao tivermos entre a espada e a parede. Para tal nao podemos ter um defice tao grande.
Um defice grande tira-nos toda a margem de manobra em qualquer negociacao.
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