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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

germanófilos

Há provavelmente muito mais coisas que unem Sidónio Pais, Salazar e Pedro Passos Coelho, mas a sua simpatia germanófila é cada vez mais indisfarçável. No caso de Sidónio Pais, um claro alinhamento com o imperialismo prussiano, no de Salazar uma contrariada neutralidade colaborante com o III Reich e, no de Passos Coelho, o apoio entusiástico às imposições de Berlim.

A ideia de impor às gerações futuras, por via da Constituição, uma determinada política orçamental e certos limites ao défice é um verdadeiro golpe de estado constitucional, que pretende roubar ao Povo Português qualquer direito a decidir sobre a condução do seu próprio Estado, pondo-o ao serviço do interesse germânico. Soa familiar, não soa?

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

descabelado


Acabar com o Dia do Trabalhador é uma opinião estranha vindo de alguém que foi militante (arrependido, claro) do PCP, que esteve em Paris no Maio de 68 e que, com Pacheco Pereira, fundou o clube da esquerda liberal. Afinal esta esquerda toda cheira mesmo é a fascismo descabelado!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

o porta-voz


Ao pôr-se em bicos de pés para nos tentar levar a crer que foi a sua influência pessoal que resolveu o problema, Artur Lima revela que apesar de ser deputado nos Açores é, na verdade, representante do Governo de Lisboa. Esta, aliás, vai ser a dança difícil dos líderes do CDS e do PSD Açores daqui até às eleições de Outubro próximo.

Mas só em part-time. Porque quando se tratar, por exemplo, de explicar o corte de 17% nas prestações sociais aos muitos açorianos que delas dependem, aí, aposto que Artur Lima já vai dizer que lamenta muito e que não tem nada a ver com isso.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

novos países, a velha Europa

O desmembramento de muitas das nacionalidades da União Soviética, no século passado, foi saudada pelas potências ocidentais como a "libertação destes povos do domínio russo-soviético" e como a criação de uma série de "novas democracias" aliadas, prontamente acolhidas no seio da NATO e da UE.

As transformações nesses países apoiaram-se por vezes nos sectores políticos mais radicalmente reaccionários, proto-fascistas e mesmo saudosos dos tempos do Reich Nazi. Veja-se como exemplo o ressurgimento das milícias Ustase na Croácia, sempre sob o beneplácito cordial do ocidente.

O caso da Letónia é, infelizmente paradigmático porque, afinal, no seio da nossa moderna e democrática União Europeia, há ainda países que comemoram a sua participação na IIª Guerra Mundial ao serviço de Hitler e onde se escrevem livros de louvor às saudosas SS.

Mas, pior: sabiam que há um país da União Europeia onde 26% da população não tem direito à cidadania e, consequentemente, não tem direitos políticos apenas por ser de "origem russa"?

A nova Europa ainda tem muitos velhos problemas por resolver.

Sobre isto, vale a pena ler o artigo do eurodeputado Giulietto Chiesa, publicado n' O Diário.info.

quarta-feira, 18 de março de 2009

gente evoluída

Activista da extrema-direita Mário Machado detido por tentativa de homicídio

Quantas provas mais serão precisas para se provar que o PNR não é um partido, mas sim uma organização criminosa, que deve ser imedatamente ilegalizada?