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terça-feira, 15 de novembro de 2011

treme pacheco


Da forma mais natural e óbvia, começa a existir coordenação concreta entre as organizações sindicais e o movimento dos indignados. A comunhão de objectivos obrigaria sempre a uma confluência de esforços e ainda bem que as desconfianças mútuas começam a ser superadas.

Parece que se começam a concretizar os piores receios de Pacheco Pereira. A exigência de mudança ganha corpo, força e organização.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

para que serve a UGT?

Através do Flamingo
fiquei a saber que a UGT pretende que as negociações com vista a alterar o Código do Trabalho "terminem rapidamente" e que João Proença acha que "os desempregados não podem continuar à espera de soluções saídas da concertação".

A UGT continua a confundir responsabilidade com subserviência. Não tendo, ao contrário da CGTP, uma visão do que deve ser o desenvolvimento equilibrado do país (e basta ler os documentos dos congressos das centrais para perceber a diferença), a UGT remete-se sempre à negociação "sectorial", desligada do conjunto das diferentes realidades que afectam os trabalhadores. Essa falta de visão reivindicativa de conjunto leva-a de capitulação em capitulação, a tornar-se cada vez mais o parceiro do patronato, em vez de ser a defensora dos trabalhadores.

Depois, sem querer fazer processos de intenções, a composição do Secretariado Nacional torna impossível não pensar em, aqui sim, instrumentalização partidária pura e dura. Assim, para que serve a UGT?

segunda-feira, 16 de março de 2009

sindicalismo alinhado

A propósito das tristes declarações do nosso PM sobre o sindicalismo livre de tutelas partidárias, recordo este post com as declarações de João Proença.

E esclareço: não me choca nada que João Proença seja apoiante do PS ou de Sócrates, ou de quem quiser. É um direito que lhe assiste como cidadão. Agora não aceito que se tenha dois pesos e duas medidas.

E a questão é iniludível: os sindicatos têm de abordar, naturalmente, questões políticas. A defesa dos interesses dos trabalhadores (dos seus "associados", como dizia o PM) passa por discutir políticas e modelos de desenvolvimento.

As organizações sindicais não podem deixar de criticar governos que prejudicam os seus "associados". E isso, a UGT, só muito raramente faz, se é que o faz de todo quando o PS está no Governo.

Quem é que falou em tutelas partidárias?