
A propósito das tristes declarações do nosso PM sobre o sindicalismo livre de tutelas partidárias,
recordo este post com as declarações de João Proença.
E esclareço: não me choca nada que João Proença seja apoiante do PS ou de Sócrates, ou de quem quiser. É um direito que lhe assiste como cidadão. Agora não aceito que se tenha dois pesos e duas medidas.
E a questão é iniludível: os sindicatos têm de abordar, naturalmente, questões políticas. A defesa dos interesses dos trabalhadores (dos seus "associados", como dizia o PM) passa por discutir políticas e modelos de desenvolvimento.
As organizações sindicais não podem deixar de criticar governos que prejudicam os seus "associados". E isso, a UGT, só muito raramente faz, se é que o faz de todo quando o PS está no Governo.
Quem é que falou em tutelas partidárias?